Ao terminar, você deverá conseguir

  • modelar sistema sociotécnico
  • descobrir requisitos
  • representar processo e regra
  • gerir mudança
01

Da organização ao requisito verificável

Antes de desenhar telas ou pedir uma API, é preciso compreender o trabalho que o sistema deverá apoiar. Este capítulo acompanha uma ordem de manutenção desde a falha observada no shopping até requisitos que podem ser testados. Ele distingue organização, processo, dado, informação, ator, stakeholder, regra de negócio, requisito e solução; mostra como estados impedem combinações impossíveis; define a fonte de verdade entre aplicativo e ERP; e converte qualidades vagas, como “rápido” e “seguro”, em cenários mensuráveis. A rastreabilidade liga necessidade, risco, requisito, teste e telemetria. Assim, o leitor aprende que software é apenas uma parte de um sistema sociotécnico e que digitalizar um processo confuso pode apenas acelerar a confusão.

02

Caderno operacional — descoberta e tracer bullet

Este laboratório transforma requisitos em um pacote executável para a aprovação de uma ordem de manutenção integrada ao ERP. Primeiro, o modo defeituoso provoca seis classes de falha: qualidade vaga, regra sem dono, fontes de verdade concorrentes, transição inválida, integração sem idempotência e rastreabilidade sem teste ou telemetria. Em seguida, o modo de prova valida um pacote corrigido e executa um tracer bullet vertical: supervisor autorizado aprova, técnico é negado sem alterar estado e uma indisponibilidade do ERP deixa evento pendente para reconciliação sem duplicidade. O resultado é uma evidência JSON inspecionável, acompanhada de pré-mortem, diagnóstico, critérios de aceite e exercícios de mutação.

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