Ao terminar, você deverá conseguir

  • modelar histórico
  • criar commits verificáveis
  • colaborar sem destruir trabalho
01

Git sem mistério: snapshots, história e colaboração segura

Este capítulo apresenta Git para quem nunca versionou um projeto. A mudança de uma regra da OS 742 percorre diretório de trabalho, área de preparação e commit, tornando visíveis snapshot, diff, hash, branch e HEAD. Em seguida, o leitor aprende o que um remote realmente é; distingue fetch, pull e push; entende pull request como conversa de revisão; e escolhe merge ou rebase sem reescrever história compartilhada por acidente. Conflitos textuais e semânticos, revert, reflog e branches de resgate formam uma escada de recuperação segura. O fechamento aplica branches e worktrees à colaboração humana e com coding agents, incluindo isolamento, revisão, testes e proteção de segredos.

02

Git na prática: conflito, colaboração e recuperação

Este laboratório cria uma equipe inteiramente local e descartável: um repositório remoto simulado, um clone principal e dois worktrees para Ana e Bruno. As branches alteram contrato e consumidor da OS 742, geram conflito textual e revelam uma incompatibilidade semântica que somente o teste encontra. O leitor resolve a intenção, inspeciona diff e grafo, publica num remote local, introduz um defeito, usa revert e prova recuperação em clone limpo no mesmo hash. Uma branch movida é resgatada pelo reflog sem reset destrutivo. Evidências, diagnóstico, limpeza e critérios objetivos completam a prática e conectam o fluxo à execução segura de coding agents.

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