Git, versionamento e colaboração
Git registra um grafo de estados e permite colaboração auditável. Leia História como grafo e execute o Laboratório de colaboração. O objetivo é preservar intenção e evidência, não decorar comandos de emergência.
Ao terminar, você deverá conseguir
- modelar histórico
- criar commits verificáveis
- colaborar sem destruir trabalho
Git sem mistério: snapshots, história e colaboração segura
Este capítulo apresenta Git para quem nunca versionou um projeto. A mudança de uma regra da OS 742 percorre diretório de trabalho, área de preparação e commit, tornando visíveis snapshot, diff, hash, branch e HEAD. Em seguida, o leitor aprende o que um remote realmente é; distingue fetch, pull e push; entende pull request como conversa de revisão; e escolhe merge ou rebase sem reescrever história compartilhada por acidente. Conflitos textuais e semânticos, revert, reflog e branches de resgate formam uma escada de recuperação segura. O fechamento aplica branches e worktrees à colaboração humana e com coding agents, incluindo isolamento, revisão, testes e proteção de segredos.
Git na prática: conflito, colaboração e recuperação
Este laboratório cria uma equipe inteiramente local e descartável: um repositório remoto simulado, um clone principal e dois worktrees para Ana e Bruno. As branches alteram contrato e consumidor da OS 742, geram conflito textual e revelam uma incompatibilidade semântica que somente o teste encontra. O leitor resolve a intenção, inspeciona diff e grafo, publica num remote local, introduz um defeito, usa revert e prova recuperação em clone limpo no mesmo hash. Uma branch movida é resgatada pelo reflog sem reset destrutivo. Evidências, diagnóstico, limpeza e critérios objetivos completam a prática e conectam o fluxo à execução segura de coding agents.