01

O modelo é só um componente

Um modelo de linguagem produz decisões probabilísticas; um sistema agentic confiável precisa de muito mais. Este capítulo separa modelo, assistente, agente, workflow, loop, grafo e harness antes de reuni-los na escada que leva à chamada estruturada, ao agente limitado e, somente quando há evidência, à orquestração “Maestro”. O leitor aprende onde aplicar políticas determinísticas, como sandbox e credenciais reduzem o blast radius, qual estado deve sobreviver a uma queda e por que idempotência, stop conditions, tracing e avaliações pertencem ao runtime. A conclusão central é operacional: mais autonomia e mais agentes não significam automaticamente mais qualidade, e toda complexidade adicional precisa pagar seu custo por meio de resultados verificáveis.

02

Caderno de campo: runtime recuperável

Este laboratório transforma os controles do harness em evidência reproduzível. O estudante implementa um runtime local e determinístico que separa proposta de ação, policy, executor e estado; restringe tenant, ferramenta e saída de rede; registra checkpoints sem segredos; atribui uma idempotency key estável; e produz stop reasons observáveis. Uma falha é injetada depois do efeito e antes do checkpoint para provar que a retomada não duplica a operação. Casos negativos demonstram que prompt não é autorização e que worktree não substitui egress allowlist. Ao final, traces e arquivos de estado permitem que outra pessoa confirme conclusão, bloqueio e recuperação sem confiar na frase de um modelo ou na memória do operador.

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