Objetivo

Escolher sinais que levam a uma decisão e diagnosticar falha atravessando frontend, API, fila e ERP.

História

A pessoa vê ‘sincronização pendente’. A equipe precisa saber se a OS foi salva, se o evento entrou na fila e onde o ERP falhou.

Hipótese a testar

Mais logs não garantem observabilidade; correlação, estrutura e objetivo de serviço tornam os sinais acionáveis.

Pré-requisitos

  • HTTP
  • filas
  • estatística básica

Simulador

Altere uma variável, antecipe o efeito e compare com o indicador. A escala mostra pressão relativa, não uma garantia de segurança.

Faixa controladaReveja o contrato e os testes antes de concluir.

Fluxo observado

  1. UX
  2. requestId
  3. API span
  4. DB span
  5. fila
  6. ERP span
  7. SLO

O que observar

  • Log registra evento; métrica agrega; trace conecta causalidade operacional.
  • SLO define confiabilidade desejada; alerta deve consumir orçamento ou indicar ação.
  • Dados pessoais precisam de minimização e redação.

Erros comuns e melhoria

Alerta dispara toda noite sem ação

Causa: Limiar técnico sem impacto

Melhoria: Ligue alerta a SLO, janela e runbook.

Não é possível seguir uma OS

Causa: IDs de correlação divergentes

Melhoria: Propague trace/contexto entre HTTP, fila e integração.

Exercício guiado

  1. Defina dois SLIs da jornada.
  2. Monte log estruturado sem PII.
  3. Siga um trace e marque primeira fronteira divergente.

Desafio independente

Diferencie disponibilidade da API e sucesso empresarial da sincronização com ERP.

Evidência exigida

Painel mínimo, alerta com condição e runbook de cinco passos, mais trace de um cenário de falha.

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